Observações e paranóias

...são pedaços de papel, folhas de cadernos, guardanapos sujos e restos de cabeça insone.





Não possuo nenhuma expectativa maior em relação às pessoas. Convivo com elas na sua justa medida.

O impossível na raça humana são justamente as pessoas.

Definitivamente, o silêncio não é dos inocentes.

Por mais que eu pense bem ou mal das pessoas, elas sempre me surpreendem.

O Blog é uma "Carta de Intenções" raramente cumprida.


Eu vivo dos meus desequilíbrios* Copyright Nicka.


Sempre teremos Paris....


15.11.02

teste


12.11.02

Vou me fixar em novo endereço.
no brasileiro
http://www.sobretudodelona.blogger.com.br/



diante da óbvia constatação de que israelenses e palestinos não viverão em paz de maneira nenhuma, fico tentando compreender se a diáspora seria uma alternativa... se o retorno dos judeus para a europa não seria melhor... quero dizer, se os estados unidos tratam israel não como a terra dos judeus e sim como uma "frente" bem treinada...
porque é fácil mandar dinheiro americano para israel...difícil é morar em israel...
bom...m ou saem os judeus ou saem os árabes...



afora spans e propagandas menores eu não recebo correspondência praticamente nenhuma.
existe uma pessoa - muito querida - que me escreve sempre [e me basta].
dias desses andei pegando pesado por aqui e ela me escreve:

"a gente pode só mudar coisas pequenas. dizer bom dia, sorrir para o vizinho. tentar não se zangar. escutar o outro. pensar duas vezes antes de dizer asneira. regar as plantas. não esquecer de comprar pão. fazer a cama sem deixar rugas nos lençóis. pôr um pouco de colónia a seguir ao banho.

não ter medo
não ter medo
não ter medo

tentar convencer quando está convencido de que a solução é a melhor. mas escutar (é tão difícil) sempre.
fazer aquele trabalho voluntário mesmo sabendo que é menos do que uma gota.

a gente pode tentar mudar o pequeno mundo à volta. mas para mim isso quer dizer que sou eu que estou sempre em causa. o que eu fizer muda muito pouco. (pôr o cinto de segurança é a maneira que eu tinha de fazer com que as minhas filhas também, e ainda hoje, o ponham). mas é esse pouco.
elogiar o que há de bom em toda e qualquer pessoa
e não ter medo
(se tiver medo fazer como se não tivesse medo)
o mundo é bom
g, o mundo é bom
beijo
"


Menina, eu sei que o mundo é bom. Concordo com você....
Mas, de vez em quando, é bom dar uma sacudida na turma
[e que a gente faz pouco, faz...]
beijo



11.11.02

é preciso ler "Operação Shylock" do phillip roth para compreender deteminada coisas... aliás, quem anda fazendo as resenhas do recente livro do saramago cita inúmeros autores que tratam do 'duplo' e esquecem Roth que tem a mais objetiva representação do 'eu' repetido... quer dizer, dá pra v. perceber cartesianamente a possibilidade [nem tão complexa] dos nossos múltiplos...


10.11.02

pequenos cochilos... dormir e acordar molhado de suor...muito calor - ar condicionado des ligado! Ligar correndo! Banho - de novo! - correndo.
Tudo isso por uma série de coisas escritas, lidas, ouvidas, não ditas... pelas coisas não ditas principalmente. Quando falamos realmente tudo? Pra quem a gente conta tudo? V. conta tudo pra sua amiga ou marido ou mulher? não. silencia. nega até pra si mesma (o).
Essa vida de negativas constantes...



hoje fez um dia muito quente. insuportavelmente quente... mesmo correndo de motocicleta, sentia o vento quente e úmido, desagradável em minha pele... quantos banhos? vários... e não sai... v. já sai do banho com calor, tem que se enfiar no ar condicionado... e andar pela rua pra ver o quê? rodei, rodei e não vi nada... vejo pessoas sem olhos... pessoas que perambulam, riem e não sabem... simplesmente pensam que sabem ou fingem que pensam que sabem... parece que está todo mundo enganando todo mundo e se enganando também... e, diante de tanta enganação, como saber o que é o quê? não temos como... o jeito é continuar, sorrir aqui e ali, fingir que não sente medo do garoto no sinal (mentira! todo mundo sente medo!)...
e o calor! o calor insuportável, parece cuiabá...
voltar para casa e ficar lendo aparenta uma anormalidade 'num dia tão bonito'... mas o que é normal? eu já não sei mais...



por mais quanto tempo eu tenho que fingir pra todo mundo? e você? quanto tempo mais? porque é o que estamos fazendo, você sabe muito bem... claro, quem posa de maluco na história sou eu, mas cada um de nós sabe do que eu estou falando e da verdade contida... de toda essa sujeira contida que a gente fala, fala, mas não muda. E não muda porque não quer mudar. Porque alterar significa renunciar e quem vai renunciar?

quem vai deixar a grana e o emprego? quem vai ficar com a mulher seja ela quam for e com o cachorro sarnento? quem vai abrir mão de trocar de automóvel ou de comprar a máquina fotográfica digital? quem? quem vai deixar de lanchar no lugar da moda, quem abandona ipanema, são conrado e leblon? essa é a grande questão, menina, ninguém vai segurar essa onda... porque mesmo os que conseguiram 'se libertar' de alguma maneira... mesmo esses continuam meio presos... nessa coisa meio alternativa, mas nem tanto... ora a gente sabe disso... o quanto a gente consegue ser alternativo? um pouquinho só... a gente quer 'direitos autorais' pra ser alternativo...
e o mundo inteiro é assim.
Romper com tudo. Eis a questão. Quem vai? Eu? Não, eu não vou.
não posso: sou um viciado (como em morfina) na vida tal como ela é, tal como me foi apresentada... uma coisa é eu não querer mais nada do que já possuo, outra, muito diferente, é deixar de possuir... romper com 'essa realidade'... a gente consegue? será? eu gostaria... pelo menos de tentar, mas quem garante? o que vai me diferenciar de um louco desses que a gente olha e ri, vendo nele um ser abjeto, podre?
não, é melhor fingir que tudo continua bem, normal. ninguém vai saber mesmo.... e se usarem esse texto como testemunho, já tenho a resposta pronta: é uma experiência literária em internet... nada disso tem a ver comigo realmente.
é tudo literatura e laboratório...
e agora? o que é o quê?



porque tem essa história da gente não contar tudo... não ir à fundo, né? porque o fundo, amigo, é feio... tem lama, cheira mal... tem que ver o assassino de barbas brancas que cuida dos cachorros em 'Amores Brutos'.... tem que ver a criancinha que mata friamente na favela e a menina do leblon que não olha nada, não vê absolutamente nada...
tem que ver o padre pedófilo e a mulher que não quer ter filhos...
cadê a coragem? cadê a coragem de viver a vida inteira, como ela é, como está?
o que a gente faz? trabalha e vai pra casa... finge que não é neurótico nem é maluco nem tarado à custa de comprimidos, de tranqüilizantes, álcool, maconha e cocaína.... a verdade é que sem prozac ninguém vive... é o uísque do empresário, a cachaça do pobretão ou a cola do menino de rua...
somos lixo, produto de um mundo decadente... são mulheres taradas que se masturbam 7 vezes antes de ir para a igreja evangélica..
esses são os homens que pretendem um mundo 'normal'... fala sério...
ou esmurram a mulher, ou arrebentam os filhos ou, quando são do bem, guardam o ódio pra descontar no dia seguinte no subordinado... são as pessoas que não abrem mão de nada.
fingem que abrem, contam que abrem, mas vai ver de perto... vai ver de perto a miséria que é alma de cada um...
por isso os animais são felizes... porque não sabem o que é felicidade. porque não querem nada. porque matam os fracos. porque não pensam em ecologia, não fazem discursos... comem. matam e comem. trepam e vão em frente. caçam e são caçados. só. sem mistério, sem discurso.



temos uma sociedade mais ou menos justa... não sei se adianta muito ficar com o lero lero da possibilidade para cada um.
antes, é ver o que se espera.... porque o homem é insaciável... sua busca de amealhar riqueza não tem fim... claro que dentro de uma ou outra família existem os que se rebelam, mas se rebelam na piscina, sabe como?
então a sociedade seria injusta com quem? com os muito pobres. e quem são os muito pobres? os que não têm o que comer no interior do norte e nordeste ou os que apodrecem de câncer na UTI do leblon? os que são abandonados pelos filhos ou os que gostariam de dar mais aos filhos?
quem é o grande vilão da sociedade: o sistema ou o próprio homem? fico pensando no homem. porque não adianta ficar reclamando disso e daquilo, encaminhando ações que são políticamente corretas, mas não vão à fundo na alma humana...
não reconhecer o que vai pela alma do homem é brincar de humanitário...
eu tb acho que não podemos ter a fome [dessa maneira que aí está, bruta]. Mas a fome não é um mal em si. É conseqüência da ação do homem... daquele não dá de comer, daquele que não permite o trabalho, daquele que compra imóveis e carros e surpérfluos, daquele que teme estar só, de peito aberto para a vida...
não há muito como se iludir... são as pessoas que fazem o mal das outras... e essas pessoas continuam por aí... quem está fazendo sua parte? eu? sentado no ar condicionado e brincando de blog, enquanto podia estar fazendo um trabalho solidário num leprosário? você, que está aí lendo e gastando energia, telefone, provedor? quem está DE VERDADE fazendo o quê?



o meu maior acerto foi nos textos escritos no blog 'quando um viajante numa noite de inverno'... ali eu realmente disse tudo... tudo o que penso e o que espero da vida.... porque é muito ambíguo, mas é assim... eu sou um viajante que não quer mais nada da vida [principalmete em coisa materiais]... quero seguir, livre para o que acontecer, não importa como, quando, em que hipótese.... não importa nada. acho que caminho para a anarquia aos 50 anos... nada mais me prende.
não consegui muita coisa até aqui.... poderia já te morrido e não morri... e agora, o que reserva o destino? mais um filho? não.
a perda de uns poucos parentes velhos? com certeza. a doença? com certeza. a morte? ha ha ha ...
e o que eu faço diante disso... com esse passado minguado e esse futuro estreito? não me ocorre nada melhor do que dar o que ainda tenho... doar o que sou para os que quiserem [se é que alguém vai querer alguma coisa!].... mas é isso... caminhar... seguir como um viajante onde as coisas recomeçam a cada minuto, reconhecendo que a próxima hora poderá ser pródiga ou, simplesmente não existir....
se eu fosse bom ou tivesse vocação, poderia tornar-me um santo, mas essa hipótese não existe.
resta o caminhar... e caminhar é por dentro e por fora... é estar aberto a todo o tipo de possibilidade, reconhecendo que o universo faz o mesmo, o universo caminha e se doa [ainda que exista um enorme buraco negro à espreita na via láctea]...
....

nada posso fazer. não há nada de grandioso construído [mas quantas pessoas constoem coisas grandiosas? e o que é uma coisa grandiosa? talvez apenas megalomania [possivelmente]... daí que sou peregrino ( e li isso num post no início do ano e achei que o cara tava louco... ou eu fiquei também ou nenhum de nós dois está )...
mas é isso... é o que sou e como estou o que tenho... não desejo nada mais. é a penas o caminhar, o reconhecimento [interno] de cada etapa vencida - avaliada diariamente, à cada hora ou minuto...
tentei explicar a coisa dos livros, que é mais uma coleção do que qualquer outra coisa... poderia ser coleção de selos ou cachimbos... os livros colecionados não determinam [nem de longe] o saber ou a experiência apreendida.... como tb não esse ir e vir, essa pessoas que passam e não comprendem ou não se adaptam, não percebem... e aí não vai nenhuma crítica não, porque é difícil mesmo perceber [de verdade] o outro - se nem eu mesmo me percebo todo o tempo!



desde que o homem existe, usa como roupa, para adorno ou aquecimento as peles de animais. agora fica um monte de gente tendo crise histérica por causa disso...


9.11.02

caramba! tem uns blogs tão 'políticamente corretos' que eu calço luvas de pelica (artificial, por favor) antes de entrar...



o eterno "fim de Jogo"...



fui assistir dragão vermelho, fã que sou do Hannibal Lecter... Uma bosta... Ridículo... não vejo mais nenhum filme que me impuserem... e engraçado que a crítica gostou, ao contrário do último Hannibal [este sim, eu gostei]... ou seja, estou em descompasso com a crítica...



nada irá substituir o encontro casual e fortuito das pessoas... são regras quase sagradas, que tentamos destruir, mas o fracasso foi absoluto.



a dificuldade em expressar o que realmente sinto é imensa...
confundem tudo... confundem 'pessoa' quando falo de Arthur Maciel Gallahard Richelieu....
mas eu já estou mesmo acostumado...
mentira: não estou acostumado. Não me acostumo com essas coisas, por isso me afasto... por isso não enfrento mais os descaminhos que a net proporciona. [Também porque não tenho saco de falar mais de duas vezes a mesma coisa]
porque rolou um momento em que eu acreditei que todo mundo percebia as possibilidades [que, de fato, rolaram].... mas não perceberam [ou eu não percebi - tanto faz]... a impossibilidade é maior.
o meio, com esse propósito, fracassou... os encontros via web foram uma 'tentativa de fuga de solidão' que não deram certo...
os blogs [acho mesmo], foram uma 'humanização' que também fracassou, pelo próprio sentido da 'tal humanização'...
fico contente de ver os blogs transferidos para os jornais [de papel]
e hoje, no globo, vejo textos com evidentes propostas de hipertextos nas reportagens... ou seja... rola uma diáspora... todo mundo se toca que o sonho acabou...


6.11.02

um terapeuta, lendo o post abaixo, atribuiria ainda à influência de um determinado filme ou livro associado ao tempo chuvoso persistente (golpe baixo dos céus aos deprimidos!)... mas é bobagem. Porque a química substitui e restabelece os sentimentos. Empurra o camarada pra frente como um 'bodoque'... Bobagem... não é isso.
o problema é a pedra arremessada... se ela é frágil (e o pensameto fragiliza a rocha, transmutando-a em barro)... aí a coisa toda muda de figura... porque o movimento, o momento longo que a pedra se sustenta no ar (impulsionada pelo mágico bodoque de sertralina) não altera a transformação de rocha em argila... e quando se percebe, é argila voando, argila indo de um ponto ao outro (como tudo nos universos)... de um ponto ao outro - se alterar o todo.
quando, caramba, a questão está exatamente no todo...



determinadas coisas vão se quebrando com o tempo...
coisas dentro da gente: experiências, expectativas de experiências...
a grande maioria das coisas morrem não pela impossibilidade, mas pela decepção: como o anel que você deseja, compra e descobre sua absoluta inutilidade. E como o anel, o carro, a casa, o computador, o DVD...
A descrição acima mais parece um fragmento de sessão psicoterápica de um deprimido mediano... bobagem. Nada que determinadas doses de sertralina não resolvam... o buraco é mais embaixo.


5.11.02

meses atrás eu escrevi por aqui sobre a esquizofrenia, não tecnicamete, mas da possibilidade de afastameto do real, esse lado mais banalizado do esquizofrênico... porque é, na verdade, romântico.
é a saída que todos gostariam [ler as tragédias gregas, mesmo as menores]...
hoje reflito sobre o que pensariam meus convivas diante de determinadas revelações, de deteminadas decisões...e, pior, não decisões infantis e levianas, mas alterações gerais em todo o processo da vida, tal como se pretende...



leio uma passagem de Roth onde uma mulher desabafa, dizendo que ela é corvo por dentro... assim como existem mulheres que são homens por dentro e homens que são mulheres por dentro, ela é corvo por dentro. Mas a que médico ela pode recorrer para colocar o 'lado corvo' dela para fora?



Começo a fechar o ciclo dos 50 anos e de 2002.
Tenho uma vida estável. Estou comprometido afetivamente comigo mesmo e com a outra.
Novas relações têm coisas boas e ruins. A minha também.
Mas é a eterna possibilidade. Vou firme pra essa possibilidade.
Cada dia que passa tenho menos ansiedade, quero menos coisas.
Apenas solidifico o meu ser.


4.11.02

Às vezes fico pensando que só escreve blog quem ainda não aprendeu a falar sozinho [ou quem ainda não olhou para cima e percebeu o universo]....



A vida está fora ou dentro de mim? E a natureza?



Cada dia mais, conscientemente, eu me distancio, me afasto da Internet, dos computadores e tudo o mais. Claro que não sou boçal o bastante para negar a importância vital dos meios e das ferramentas!
Mas eu vivia um mundo prisioneiro, brincava de Matrix o tempo todo e, de repente, vejo que não é nada disso: que existe o mar e a terra, o céu, as estrelas, as árvores, a possibilidade de deus [ou não]... existe o câncer e o nascimento, a velhice e a barba... existe uma enorme biblioteca a ser conhecida [e isso nunca se concretizará totalmente].... e uma preocupação política, existencial.... e uma curiosidade sobre a arca (que os idiotas deixaram que se partisse) e os manuscritos... e, como eu disse uns meses atrás, saiu 'A Marca Humana' de Philip Roth...


3.11.02

os livros se empilham nas mesas e cantos... todo o dia prometo que vou ler e estudar... cadê? nada!
sei tudo o que tem que ser projetetado, todos textos a escrever... nada!
fiquei vendo a entrevista do FHC dizendo que, aos 71 anos, tem ainda uma vida intelectual extremamente ativa..
e eu? aos 50... nada!



De vez em quando eu sou cobrado por 'ter feito coisas'...
deus! logo eu que não faço... nada.
a não ação é uma das coisas mais presentes na minha vida...
[peregrina]



Pode parecer meio tolinho (ou ser mesmo), mas o filme O Náufrago, com o Ton Hanks tem uma das maiores lições de vida que se pode ter...



2.11.02

Há muitos e muitos anos atrás eu fui a um comício do Lula onde ele espumava de ódio mostrando uma foto de primeira página do Jornal do Brasil: a Polícia Militar levava facínoras presos no morro amarrados com cordas ao pescoço. Quem é um pouquinho mais velho deve lembrar: os bandidos eram conduzidos, em fila indiana, amarrados entre eles com cordas em seus pescoços...
Lembro que a cena comovia a multidão: "como se pode tratar um ser humano assim"??? E toda a platéia aplaudia o orador e agitava as bandeiras vermelhas.

Hoje, mais de dez anos depois, vejo no jornal a fotografia de um Policial Militar amarrado a um bojão de gas, refém num presídio de 'segurança máxima' [quá quá quá]. Tive muita pena daquele policial. Cercado de assassinos, estupradores, assaltantes, lá estava ele, ofertado, amarrado a um botijão. Coisa que não se faz nem com gado!!! Como esse homem se levanta? Como vai se sentir daqui pra frente? Como vai encarar seus filhos?

Lá atrás, quando traziam os bandidos com cordas no pescoço, eram policiais tirando marginais da rua. Hoje, são os assassinos [dentro do presídio de segurança [quá quá quá] máxima fazendo pior com o PM.]
Lá atrás era um governo 'de direita'. Hoje é o governo do PT, da Dra. Benedita (governadora do Estado do Rio de Janeiro).
Dirão, os comunistas de plantão que a governadora 'herdou' esse caos do Garotinho... Pois bem, o povo do Rio, elegeu agora, em primeiro turno a Dra. Rosinha Garotinho para governadora.

E o cargo máximo da nação... bom, é isso....


1.11.02

Na minha opinião, o único blog sério, que vale a pena ler é o Posta...da RO



Como disse anteriormente, não moro mais sozinho.
Moro com Arthur Maciel Gallahard Richelieu [Cardeal], o gato



aconteceu na minha vida um processo interessante.
fui estudando, trabalhando [muito], pesquisando, abrindo para tantas e tantas possibilidades...
ao mesmo tempo fui me isolando, me acostumando a ser só.
hoje sou um velho de barbas brancas e opiniões fortes.
não tenho mais saco pra ficar explicando 9 vezes a mesma coisa...
perco a paciência facilmente ao não ser compreendido...
fico triste quando não consigo "trocar" com facilidade...
Parece que me tornei uma pessoa inviável....



Tadeu, o jovem príncipe, veio com a turma do colégio para a Terra Encantada que, apesar do pomposo nome, parece uma quermesse de subúrbio pobre de cidade do interior. Eu ia buscá-lo em Itaipava, mas acabei encontrando com ele na Barra e, felizes, viemos, pra casa... Agora ele dorme, exausto. Eu fico olhando com orgulho.



pouco a pouco este espaço vai deixando de ser visitado.
e eu compreendo.
de certa forma, é o estímulo que falta para finalizá-lo.



L* manda pra mim um postal muitíssimo importante. Segredo meu e dela.